Múltiplas Vozes

Edição N.341

Múltiplas Vozes

Entre a Polícia e a Política: a qual política, a quais interesses e a serviço de quem as polícias atuam?

A atuação da PF em investigações conduzidas por membros da Corte tornou-se um campo de batalha. Essa querela também passou a repercutir no debate eleitoral

Alexandre Pereira da Rocha

Edição N.341

Múltiplas Vozes

Integrar para quê? Os riscos da PEC da Segurança Pública

A coordenação nacional é necessária, mas não justifica constitucionalizar uma agenda extensa, punitivista e vulnerável à apropriação autoritária

Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo

Edição N.340

Múltiplas Vozes

Cocaína na Amazônia: rotas desenhadas sem dados deixam metade do problema fora do mapa

Sem régua nacional de apreensões, tampouco preço e pureza oficiais ou pesquisa periódica de consumo, a política preventiva continuará sendo desenhada desacompanhada de dados

Rodolfo Jacarandá

Edição N.340

Múltiplas Vozes

A Polícia Federal e os “aprendizes do poder”

Já passou da hora de suscitarmos, como sociedade, um debate sério e transparente sobre as tênues fronteiras que separam os delegados da PF do mundo da política, para evitar que novos “aprendizes do poder” voltem a questionar a democracia brasileira

Lucas Pilau

Edição N.340

Múltiplas Vozes

Suicídio nas Corporações Policiais: o assédio como precursor não mensurado

O silenciamento institucional se soma a outro, mais subjetivo: o medo da retaliação, que inibe a denúncia do assédio, e o silenciamento por parte de vítimas que temem represálias em corporações nas quais a hierarquia é também uma estrutura de poder e controle

Kerlly Santos

Tráfico no Porto de Santos 4 – O modus operandi dos traficantes

O método mais empregado atualmente para transporte de grandes carregamentos de drogas é o do mergulho. Conforme apuração, as apreensões não são inferiores a cem quilos. A maior já feita nesse sistema foi da ordem de 500 quilos

Guaracy Mingardi

Edição N.339

Múltiplas Vozes

A Invisibilidade que Mata: O Diagnóstico da Violência Doméstica em Ananindeua (PA)

Embora ecoe as estatísticas nacionais, o padrão de agressão no segundo município mais populoso do Pará apresenta especificidades locais que exigem um olhar atento e políticas públicas territorializadas

Inágla Maria Carneiro Barros, Vera Lúcia de Azevedo Lima, Edson Marcos Leal Soares Ramos e Ana Karina de Oliveira Torres

A Cortina de Fumaça dos Rótulos: Por Que o Enfrentamento ao Crime Organizado Exige Vontade Política, Não Novas Designações

O Brasil carece da firme vontade política de aplicar a lei da forma que ela inflija mais danos às estruturas criminosas, desarticulando suas finanças e desmantelando as alianças institucionais que lhes garantem a impunidade

Roberto Uchôa

Edição N.338

Múltiplas Vozes

Tráfico no porto de Santos 3 – o combate ao crime nas instalações portuárias

A Polícia Civil pode apreender drogas fora da área do porto e o inquérito pode ser tocado por ela. Quando já dentro do sistema portuário, as atribuições passam a pertencer exclusivamente à Polícia Federal

Guaracy Mingardi

Edição N.338

Múltiplas Vozes

Militares na Força Nacional: caminhos legais, governança e controle de desvio de finalidade

A integração formal via Força Nacional sob governança civil estabelece freios democráticos, preserva a autonomia dos governadores e oferece uma resposta técnica e emergencial ao avanço da criminalidade organizada

Edvaldo Nilo*

Edição N.337

Múltiplas Vozes

Da rua ao juizado: por que segurança no futebol é política pública (e não só policiamento)

O futebol é um laboratório visível e sensível de escolhas que também estruturam a segurança pública em geral. As escolhas de cada país para a segurança dos eventos desse esporte se apresentam como um reflexo do modelo mais amplo de governança da segurança urbana

Raquel Sousa

Edição N.337

Múltiplas Vozes

Polícia para quem precisa de polícia: o que os números do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026) apontam sobre a atividade policial

As transformações na criminalidade indicam que o policiamento tradicional – lastreado na presença ostensiva, armas, operações e viaturas – não é mais suficiente para enfrentar a delinquência em tempos de algoritmos, internet e inteligência artificial

Alexandre Pereira da Rocha

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