Múltiplas Vozes

Orçamento Público e Militarização da Segurança: Prioridades Estatais e Expansão do Aparato Repressivo nos Estados Brasileiros

As matrizes militarizadas se caracterizam pela centralidade do policiamento ostensivo, pelo fortalecimento institucional das corporações armadas e pela adoção de estratégias repressivas como principal mecanismo de enfrentamento da violência urbana

Giselle Florentino e Fransérgio Goulart

Edição N.318

Múltiplas Vozes

Entre o bullying e a violência extrema: evidências e desafios para as escolas brasileiras

É fundamental que as escolas estejam estruturadas e capacitadas para a escuta e acolhimento de estudantes que convivem com violências, criando espaços seguros de expressão, e que adotem práticas restaurativas capazes de mediar conflitos, reparar danos e transformar padrões de sociabilidade violenta que se atualizam dia a dia

Cauê Martins

Edição N.317

Múltiplas Vozes

“MACHOS-ALFAS” NA SEGURANÇA PÚBLICA: que desafios trazem às mulheres policiais?

A rigidez hierárquica das corporações desestimula práticas de diálogo ou denúncia, especialmente nas Polícias Militares. Em outras instituições não tão rígidas, como as Polícias Civis, tais condutas enfrentam uma “cultura do silêncio”

Fernanda Bassani

Edição N.317

Múltiplas Vozes

Plano Pena Justa e o desafio da coerência institucional na política penal brasileira

Avanço necessário, o Plano Pena Justa exige alinhamento entre estratégia, capacidades institucionais e execução para produzir resultados concretos

Ana Helena de Oliveira Pessoa

Edição N.317

Múltiplas Vozes

O POLICIAL COMO PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO: Voz e Escuta Ativa no Processo de Gestão de Conflitos

A escuta ativa, qualificada e humanizada, sustenta a leitura da cena de ação, a avaliação dos riscos e a tomada de decisão justa, ética e proporcional, evitando julgamentos baseados em estereótipos sociais, preconceitos e reprodução de estigmas

STEPHANIE MAYRA DE MORAES e FRANCIS ALBERT COTTA

Monitoração eletrônica de agressores de mulheres no Brasil: da racionalidade digital à infocracia

Desde 2012, o governo do Estado de Minas Gerais monitora agressores de mulheres com tornozeleiras eletrônicas. Gestores responsáveis pela iniciativa buscaram inspiração em modelo espanhol

Welliton Caixeta Maciel

Edição N.316

Múltiplas Vozes

A KKK e o Narcotráfico: a seletividade política por trás do rótulo de terrorismo

Não há justificativa técnica para designar facções criminosas como terroristas sem a apresentação de evidências claras de que essa medida funcionará na prática. Esse é o princípio de qualquer política pública

Lívio José Lima-e-Rocha

Edição N.316

Múltiplas Vozes

FBSP: 20 anos ajudando o Brasil a entender sua própria realidade

Em comemoração às duas décadas de sua fundação, o FBSP lançou um manifesto em suas redes sociais, que contou com a participação dos membros do conselho da entidade

Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Edição N.316

Múltiplas Vozes

PELE ALVA E PELE ALVO: A Militarização como modelo de Segurança Pública e seu resultado: o racismo e as práticas coloniais de extermínio e guerra

Em um de seus raps, Emicida deixa claro que existem "pele alva e pele alvo". A opção pela estratégia militarizada na área da segurança pública, que se observa no modelo das ROMU (Rondas Ostensivas Municipais), das guardas civis, está relacionada a essa distinção?

Thiago Cristaldo Joaquim

Dayse: a guardiã que ninguém protegeu

Vitória permaneceu por mais de 650 dias sem registrar um feminicídio. A comandante da Guarda Municipal da capital capixaba, Dayse Barbosa, foi assassinada pelo ex-namorado, um policial rodoviário federal, num momento em que já era reconhecida como um símbolo de proteção às mulheres no estado

Samira Bueno

Edição N.315

Múltiplas Vozes

Narcoterrorismo: segunda grande crise da Política de Guerras às Drogas

Único país no mundo que tem fronteira com os maiores produtores de cocaína e com a mais extensa costa marítima de conexão internacional, o Brasil não é um mero entreposto, mas o setor logístico mais estratégico no mercado global de drogas

Joana das Flores

Edição N.315

Múltiplas Vozes

A Lei 15.353/2026 e o óbvio que ainda precisa ser dito

Está estabelecida, de forma expressa, a presunção absoluta de vulnerabilidade da vítima no crime de estupro de vulnerável, independentemente de experiência sexual prévia ou de eventual gravidez decorrente do fato

Alexandre Pereira da Rocha

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