Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026
Edição N.334
Entre homicídios e feminicídios, as estatísticas revelam a centralidade das masculinidades nas dinâmicas de morte no Brasil. Mais do que atos individuais, esses fenômenos expressam construções sociais de gênero, poder, reconhecimento e pertencimento
Samira Bueno* e Juliana Brandão
Edição N.334
Passadas duas décadas da Lei Maria da Penha, os avanços institucionais são inegáveis. Mas o crescimento dos casos de feminicídios aponta que interromper a escalada da violência antes do desfecho fatal é o principal desafio
Isabella Matosinhos* e Juliana Brandão
Edição N.334
Pela primeira vez desde a pandemia de Covid-19, o Brasil apresenta queda nos registros de estupro. Embora o resultado represente uma inflexão inédita na série recente, a tendência exige cautela: menos boletins de ocorrência não significam, necessariamente, menos violência
Beatriz Schroeder* e Deise Nunes
Em 2025, o Brasil alcançou a menor taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVI) desde 2012. No entanto, os dados do 20° Anuário Brasileiro de Segurança Pública acendem um alerta: enquanto os índices gerais caem, as mortes decorrentes de intervenção policial e os feminicídios seguem em alta
Raquel Sousa*
Edição N.333
O ano de 2024 marca uma inflexão no contexto de reconfiguração dos mercados associados às drogas e na resposta estatal. Contornos definitivos só poderão ser confirmados com o acúmulo de mais e melhores dados e discussões
David Marques , Thais Bueno e Ana Clara Coelho*
Edição N.333
A despeito de ter havido alguma melhora em relação a anos anteriores, ainda verificamos um apagamento contumaz da violência contra a população LGBT por parte das instituições do Estado e dos órgãos de Segurança Pública. Para podermos combater o fenômeno, é preciso que o conheçamos
Juliana Brandão e Gabriela Oliveira*
O Brasil alcançou, pela primeira vez, a meta nacional de redução dos homicídios que faz parte da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, revisada em 2021. Norma orientadora para a implementação do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) vigente, havia estabelecido a meta de um máximo de 16 homicídios por 100 mil habitantes para 2027. Com dois anos de antecedência, já em 2025, chegou-se a 15,4
Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Edição N.332
Em 2025, houve 4.063 vítimas desses crimes; mais de um terço (34,2%) dos autores são adolescentes. Anuário também mostra o ranking das 10 cidades mais violentas do país
Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Edição N.332
Volume gasto pelas Unidades da Federação (Estados e Distrito Federal) cresceu 26% nos dez anos (até 2025)
Fórum Brasileiro de Segurança Pública
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