Edição N.200

Segurança Pública na Amazônia

Uma breve história das facções no Pará e um relato da ciência em meio à expansão do crime organizado

As facções não foram vencidas. Nas ruas, sua presença e controle são sensíveis, sobretudo em áreas geograficamente relevantes ao tráfico

Roberto Magno Reis Netto e Clay Anderson Nunes Chagas

Edição N.200

Setembro Amarelo

O silencioso adoecimento psíquico de policiais no Brasil

Suicídios vitimam mais os policiais do que confrontos em serviço. Para prevenir que mais mortes ocorram, é preciso monitorar a saúde mental dos profissionais de segurança pública e dar visibilidade para os dados de vitimização policial

Juliana Martins* e Juliana Lemes da Cruz

Edição N.200

Multiplas Vozes

Poder Judiciário e Segurança Pública: indicativos de um maior protagonismo judicial

O maior protagonismo judicial em matéria de segurança pública passa por uma atuação garantista no âmbito do processo penal, assegurando a lisura do processo desde a produção probatória até a execução da pena, e contribuindo com decisões paradigmáticas para o aperfeiçoamento institucional

Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, Fernanda Bestetti de Vasconcellos e Luiz Antonio Alves Capra

Edição N.200

Multiplas Vozes

As relações civis-militares no governo Lula 3.0

É preciso que os ministérios dos Direitos Humanos e da Cidadania, das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Povos Indígenas participem de uma forma mais ativa da elaboração da política de defesa nacional para que essa política pública de fato espelhe a pluralidade e a diversidade do povo brasileiro

Adriana A. Marques

Edição N.200

Multiplas Vozes

Monopólio da informação na Segurança Pública: quem “pode” produzir, organizar e analisar os dados?

O ministro Rui Costa não considera a possibilidade da Sociedade Civil dizer o que é ou não violento e questionar a legitimidade das mortes produzidas pelo Estado

Gilvan Gomes da Silva

Edição N.200

Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023

O silencioso adoecimento psíquico de policiais no Brasil

Suicídios vitimam mais os policiais do que confrontos em serviço. Para prevenir que mais mortes ocorram, é preciso monitorar a saúde mental dos profissionais de segurança pública e dar visibilidade para os dados de vitimização policial

Juliana Martins* e Juliana Lemes da Cruz

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